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Há dois meses que nos deixou. E deixei eu correr o tempo, e é no silêncio que sempre se segue, que o volto a lembrar agora, na vã tentativa de que o não esqueçam: falo de  Eugénio de Almeida Lisboa. Engenheiro de profisão, homem de letras por natureza, foi um ilustre ensaísta e um temido adversário quando o tema a discutir era a Literatura ou os seus autores. Tinha 93 anos, e nascera na então Lourenço Marques, hoje Maputo, no seio duma família de trabalho, que vivia numa das pontas da cidade, no bairro do Alto-Mahé, onde gente simples tinha morada. Na família eram três irmãos, todo…

A MENINA QUE NUNCA TINHA VISTO O MAR…! MAFÓMEDES / 1988

Foi em Maio de 1988, que a nossa reportagem (“C.M.)”se deslocou a Mafómedes, aldeia perdida na serra do Marão e onde as pessoas viviam da pastorícia (cabras). Foi lá que fiz esta foto. Infelizmente não me recordo do seu nome , mas lembro-me da sua doçura de criança feliz e inocente . A sua boneca…

Restaurar ecossistemas e combater desflorestação

Guterres pede restauro de “ecossistemas” e combate à desflorestação O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, instou hoje os países a cumprirem compromissos de recuperação de ecossistemas e terrenos degradados, e a agirem para travar e inverter a desflorestação até 2030. “Temos de aumentar drasticamente o financiamento para apoiar os países em desenvolvimento a adaptarem-se às condições climáticas violentas, protegerem a natureza e apoiarem o desenvolvimento sustentável”, diz António Guterres numa mensagem sobre o Dia Mundial do Ambiente, que hoje se assinala. Este ano com o tema ‘Restauração dos solos, desertificação e resistência à seca’, e com a palavra de ordem ‘Nossa Terra Nosso Futuro’, a comemoração oficial do Dia Mundial do Ambiente é organizada pela Arábi…

Chegada de emigrantes a Lisboa

Chegada de EMIGRANTES a Lisboa, Santa Apólónia, para virem passar o Natal com a família . (Dez 1978). Os anos 60 e início dos anos 70 são caracterizados por uma forte emigração portuguesa para a Europa, não só para trabalhar, mas, também, para fugir à guerra colonial. Entre 1958 e 1974, cerca de um milhão de portugueses instalam-se em França, dispostos a trabalharem em tudo o que lhes apareça. – O atraso económico do nosso país e os baixos salários praticados. O regime ditatorial que durante 48 anos vigorou em Portugal. A guerra colonial, que levava a que muitos jovens procurassem fugir ao serviço militar. A insuficiência de recursos de Portugal e o baixo nível de vida e os relatos de sucesso de muitos emigrantes, que serviam de atractivo para os familiares e amigos. Portugal é ho…

Aquecimento global no ponto mais alto

O aquecimento global causado pelo Homem está a um ritmo desenfreado e no seu ponto mais alto O aquecimento causado pelo homem atingiu uma média de 1,19 graus Celsius na última década (2014-2023) acima dos níveis pré-industriais, o que se traduz num aumento a um ritmo sem precedentes, atingindo a…

“Palavras que magoam… “

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Resgatar animais da serra requer paciência e tempo

Já vos falei da dona Francelina numa das minhas crónicas. Uma senhora de 80 anos que cuida de muitos animais da serra aqui de São Brás de Alportel. Temos muita serra e, de vez em quando, em consequência de serem lugares ermos, lá aparecem ninhadas indesejadas e cães abandonados. A dona Francel…

Protetora animal algarvia medalhada pelo município de São Brás de Alportel

Marisa Teixeira, presidente do refúgio Coração100dono, protectora animal em São Brás de Alportel, no Algarve, recebeu uma insígnia de VALOR E ALTRUÍSMO pelo exemplo de solidariedade e de serviço à comunidade. Veja aqui a reportagem exclusiva em vídeo.  
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“Dar à corda”

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A VISITA DA CORNÉLIA

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Cerca de mil famílias estão em risco no sul de Moçambique e 33 mil famílias sob ameaça de fome em Sofala, centro do País. A culpa é do El Niño. Cerca de mil famílias no distrito de Guijá, em Gaza, sul de Moçambique, enfrentam insegurança alimentar devido aos impactos do fenómeno climático El Niñ…

Opinion

“Não somos nada…”

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Há dois meses que nos deixou. E deixei eu correr o tempo, e é no silêncio que sempre se segue, que o volto a lembrar agora, na vã tentativa de que o não esqueçam: falo de  Eugénio de Almeida Lisboa. Engenheiro de profisão, homem de letras por natureza, foi um ilustre ensaísta e um temido ad…

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A MENINA QUE NUNCA TINHA VISTO O MAR…! MAFÓMEDES / 1988

Foi em Maio de 1988, que a nossa reportagem (“C.M.)”se deslocou a Mafómedes, aldeia perdida na serra do Marão e onde as pessoas viviam da pastorícia (cabras). Foi lá que fiz esta foto. Infelizmente não me recordo do seu nome , mas lembro-me da sua doçura de criança feliz e inocente . A sua boneca era aquela cabrinha que tinha junto de si. Lembro-me de nos contar que nunca tinha visto o mar. Aliás nem sabia o que era um barco à vela. De Mafómedes atá ao mar são cerca de 80 km , em linha recta mas, infelizmente nunca ninguém a tinha levado a ver.
Acredito que hoje, volvidos 35 anos esta linda menina , hoje senhora , por certo, já terá mergulhado nas ondas do nosso Oceano.

Chegada de emigrantes a Lisboa

Chegada de EMIGRANTES a Lisboa, Santa Apólónia, para virem passar o Natal com a família . (Dez 1978). Os anos 60 e início dos anos 70 são caracterizados por uma forte emigração portuguesa para a Europa, não só para trabalhar, mas, também, para fugir à guerra colonial. Entre 1958 e 1974, cerca de um milhão de portugueses instalam-se em França, dispostos a trabalharem em tudo o que lhes apareça. – O atraso económico do nosso país e os baixos salários praticados. O regime ditatorial que durante 48 anos vigorou em Portugal. A guerra colonial, que levava a que muitos jovens procurassem fugir ao serviço militar. A insuficiência de recursos de Portugal e o baixo nível de vida e os relatos de sucesso de muitos emigrantes, que serviam de atractivo para os familiares e amigos. Portugal é hoje o país da União Europeia com mais emigrantes em proporção da população residente. O número de emigrantes portugueses supera os dois milhões, o que significa que mais de 20% dos portugueses vive fora do país em que nasceu.

Restaurar ecossistemas e combater desflorestação

Guterres pede restauro de “ecossistemas” e combate à desflorestação

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, instou hoje os países a cumprirem compromissos de recuperação de ecossistemas e terrenos degradados, e a agirem para travar e inverter a desflorestação até 2030.
“Temos de aumentar drasticamente o financiamento para apoiar os países em desenvolvimento a adaptarem-se às condições climáticas violentas, protegerem a natureza e apoiarem o desenvolvimento sustentável”, diz António Guterres numa mensagem sobre o Dia Mundial do Ambiente, que hoje se assinala. Este ano com o tema ‘Restauração dos solos, desertificação e resistência à seca’, e com a palavra de ordem ‘Nossa Terra Nosso Futuro’, a comemoração oficial do Dia Mundial do Ambiente é organizada pela Arábia Saudita, país que também acolhe a próxima conferência das Nações Unidas sobre a biodiversidade (COP16). Na mensagem, António Guterres começa por dizer que a humanidade depende dos solos mas no entanto, em todo o mundo, “um cocktail tóxico de poluição, caos climático e dizimação da biodiversidade está a transformar terras saudáveis em desertos e ecossistemas prósperos em zonas mortas”. Com as colheitas a falhar, as fontes de água a desaparecerem, as economias enfraquecidas e comunidades em perigo, a população do planeta está presa “num ciclo mortal” e é hora de se libertar, avisa António Guterres. Afirmando que a “inação é demasiado dispendiosa” e que cada dólar investido na recuperação de ecossistemas gera até trinta dólares em benefícios económicos, António Guterres conclui: “Nós somos a ‘geração restauração’. Juntos, vamos construir um futuro sustentável para a terra e para a humanidade”. Dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) indicam que 40% das terras do mundo já estão degradadas, que 3,2 mil milhões de pessoas sofrem com a desertificação e que três quartos da população devem ser afetados por secas até 2050. Segundo o PNUMA, a restauração dessas terras aumenta o armazenamento de carbono e retarda as alterações climáticas. Restaurar apenas 15% poderia evitar, estima, até 60% das extinções de espécies ameaçadas. No último relatório do PNUMA sobre o ambiente, divulgado em fevereiro, Inger Andersen, diretora executiva da instituição, admitia que estavam a ser feitos progressos mas que a grande tarefa mundial é a de acelerar esses progressos na luta contra a tripla crise planetária – alterações climáticas, perda de biodiversidade, e poluição e resíduos. Criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas para assinalar a Conferência de Estocolmo de 1972, cujo tema central foi o ambiente, o Dia Mundial do Ambiente alerta para a forma como todos podem ajudar a acabar com a degradação dos solos e a recuperar as paisagens degradadas. Tal pode ser feito, segundo as Nações Unidas, tornando a agricultura sustentável e regenerativa, redirecionando, por exemplo, subsídios agrícolas para práticas sustentáveis e preservando ecossistemas. Salvar o solo, a origem de 95% dos alimentos, é outra solução, que passa por apoios a uma agricultura biológica. E outra é proteger os polinizadores, porque três em cada quatro culturas que produzem frutos e sementes dependem deles. Reduzir a poluição atmosférica e minimizar impacto de pesticidas e fertilizantes é fundamental. Nas sugestões da ONU está também a restauração dos ecossistemas de água doce, a renovação das zonas costeiras e marinhas e levar a natureza de volta às cidades, que consomem 75% dos recursos do planeta, produzem mais de metade dos resíduos globais e geram 60% dos gases com efeito de estufa. A ONU considera o dia 05 de junho o dia mais importante para o meio ambiente, com milhões de pessoas envolvidas para aumentar a consciencialização ambiental. Uma das mensagens do PNUMA é a de que “não somos apenas os Boomers, a Geração X, os Millennials, a Geração Z ou a Geração Alfa, somos a Geração Restauração. Não podemos voltar no tempo, mas podemos cultivar florestas, recolher água da chuva, adotar dietas que respeitem o solo e combater as alterações climáticas. Somos a geração que pode fazer as pazes com a terra”. Por LUSA

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