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“Não somos nada…”

Há dois meses que nos deixou. E deixei eu correr o tempo, e é no silêncio que sempre se segue, que o volto a lembrar agora, na vã tentativa de que o não esqueçam: falo de  Eugénio de Almeida Lisboa. Engenheiro de profisão, homem de letras por natureza, foi um ilustre ensaísta e um temido ad…
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A MENINA QUE NUNCA TINHA VISTO O MAR…! MAFÓMEDES / 1988

Foi em Maio de 1988, que a nossa reportagem (“C.M.)”se deslocou a Mafómedes, aldeia perdida na serra do Marão e onde as pessoas viviam da pastorícia (cabras). Foi lá que fiz esta foto. Infelizmente não me recordo do seu nome , mas lembro-me da sua doçura de criança feliz e inocente . A sua boneca era aquela cabrinha que tinha junto de si. Lembro-me de nos contar que nunca tinha visto o mar. Aliás nem sabia o que era um barco à vela. De Mafómedes atá ao mar são cerca de 80 km , em linha recta mas, infelizmente nunca ninguém a tinha levado a ver.
Acredito que hoje, volvidos 35 anos esta linda menina , hoje senhora , por certo, já terá mergulhado nas ondas do nosso Oceano.

Chegada de emigrantes a Lisboa

Chegada de EMIGRANTES a Lisboa, Santa Apólónia, para virem passar o Natal com a família . (Dez 1978). Os anos 60 e início dos anos 70 são caracterizados por uma forte emigração portuguesa para a Europa, não só para trabalhar, mas, também, para fugir à guerra colonial. Entre 1958 e 1974, cerca de um milhão de portugueses instalam-se em França, dispostos a trabalharem em tudo o que lhes apareça. – O atraso económico do nosso país e os baixos salários praticados. O regime ditatorial que durante 48 anos vigorou em Portugal. A guerra colonial, que levava a que muitos jovens procurassem fugir ao serviço militar. A insuficiência de recursos de Portugal e o baixo nível de vida e os relatos de sucesso de muitos emigrantes, que serviam de atractivo para os familiares e amigos. Portugal é hoje o país da União Europeia com mais emigrantes em proporção da população residente. O número de emigrantes portugueses supera os dois milhões, o que significa que mais de 20% dos portugueses vive fora do país em que nasceu.

Restaurar ecossistemas e combater desflorestação

Guterres pede restauro de “ecossistemas” e combate à desflorestação

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, instou hoje os países a cumprirem compromissos de recuperação de ecossistemas e terrenos degradados, e a agirem para travar e inverter a desflorestação até 2030.
“Temos de aumentar drasticamente o financiamento para apoiar os países em desenvolvimento a adaptarem-se às condições climáticas violentas, protegerem a natureza e apoiarem o desenvolvimento sustentável”, diz António Guterres numa mensagem sobre o Dia Mundial do Ambiente, que hoje se assinala. Este ano com o tema ‘Restauração dos solos, desertificação e resistência à seca’, e com a palavra de ordem ‘Nossa Terra Nosso Futuro’, a comemoração oficial do Dia Mundial do Ambiente é organizada pela Arábia Saudita, país que também acolhe a próxima conferência das Nações Unidas sobre a biodiversidade (COP16). Na mensagem, António Guterres começa por dizer que a humanidade depende dos solos mas no entanto, em todo o mundo, “um cocktail tóxico de poluição, caos climático e dizimação da biodiversidade está a transformar terras saudáveis em desertos e ecossistemas prósperos em zonas mortas”. Com as colheitas a falhar, as fontes de água a desaparecerem, as economias enfraquecidas e comunidades em perigo, a população do planeta está presa “num ciclo mortal” e é hora de se libertar, avisa António Guterres. Afirmando que a “inação é demasiado dispendiosa” e que cada dólar investido na recuperação de ecossistemas gera até trinta dólares em benefícios económicos, António Guterres conclui: “Nós somos a ‘geração restauração’. Juntos, vamos construir um futuro sustentável para a terra e para a humanidade”. Dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) indicam que 40% das terras do mundo já estão degradadas, que 3,2 mil milhões de pessoas sofrem com a desertificação e que três quartos da população devem ser afetados por secas até 2050. Segundo o PNUMA, a restauração dessas terras aumenta o armazenamento de carbono e retarda as alterações climáticas. Restaurar apenas 15% poderia evitar, estima, até 60% das extinções de espécies ameaçadas. No último relatório do PNUMA sobre o ambiente, divulgado em fevereiro, Inger Andersen, diretora executiva da instituição, admitia que estavam a ser feitos progressos mas que a grande tarefa mundial é a de acelerar esses progressos na luta contra a tripla crise planetária – alterações climáticas, perda de biodiversidade, e poluição e resíduos. Criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas para assinalar a Conferência de Estocolmo de 1972, cujo tema central foi o ambiente, o Dia Mundial do Ambiente alerta para a forma como todos podem ajudar a acabar com a degradação dos solos e a recuperar as paisagens degradadas. Tal pode ser feito, segundo as Nações Unidas, tornando a agricultura sustentável e regenerativa, redirecionando, por exemplo, subsídios agrícolas para práticas sustentáveis e preservando ecossistemas. Salvar o solo, a origem de 95% dos alimentos, é outra solução, que passa por apoios a uma agricultura biológica. E outra é proteger os polinizadores, porque três em cada quatro culturas que produzem frutos e sementes dependem deles. Reduzir a poluição atmosférica e minimizar impacto de pesticidas e fertilizantes é fundamental. Nas sugestões da ONU está também a restauração dos ecossistemas de água doce, a renovação das zonas costeiras e marinhas e levar a natureza de volta às cidades, que consomem 75% dos recursos do planeta, produzem mais de metade dos resíduos globais e geram 60% dos gases com efeito de estufa. A ONU considera o dia 05 de junho o dia mais importante para o meio ambiente, com milhões de pessoas envolvidas para aumentar a consciencialização ambiental. Uma das mensagens do PNUMA é a de que “não somos apenas os Boomers, a Geração X, os Millennials, a Geração Z ou a Geração Alfa, somos a Geração Restauração. Não podemos voltar no tempo, mas podemos cultivar florestas, recolher água da chuva, adotar dietas que respeitem o solo e combater as alterações climáticas. Somos a geração que pode fazer as pazes com a terra”. Por LUSA

Aquecimento global no ponto mais alto

O aquecimento global causado pelo Homem está a um ritmo desenfreado e no seu ponto mais alto

O aquecimento causado pelo homem atingiu uma média de 1,19 graus Celsius na última década (2014-2023) acima dos níveis pré-industriais, o que se traduz num aumento a um ritmo sem precedentes, atingindo aproximadamente 0,26 graus por década.
Os dados constam do segundo relatório anual dos Indicadores de Alterações Climáticas Globais, que acrescenta que se for considerado apenas 2023, o aquecimento causado apenas pela atividade humana foi de 1,3 graus, noticiou hoje a agência Efe. O estudo, liderado pela Universidade de Leeds (Reino Unido) e publicado pela Earth System Science Data, indica que o aquecimento de 1,19 graus representa um aumento face aos 1,14 graus observados em 2013-2022 e que estava presente no primeiro relatório, publicado no ano passado. O aquecimento antropogénico aumentou “a uma taxa sem precedentes no registo instrumental, atingindo 0,26 por década durante o período 2014-2023”, sublinharam os autores. A causa dessa taxa elevada é uma combinação entre o nível constantemente elevado de emissões de gases de efeito estufa, equivalente a 53.000 milhões de toneladas de CO2 por ano no período analisado, e outro conjunto de fatores. Os elevados níveis de emissões de gases com efeito de estufa também afetam o equilíbrio energético da Terra, uma vez que as boias oceânicas e os satélites registam fluxos térmicos “sem precedentes” nos oceanos, nas massas glaciais, nos solos e na atmosfera do planeta. Este fluxo térmico é 50% superior à média de longo prazo, destacou, em comunicado a Universidade de Leeds, que lidera um grupo internacional de mais de 50 cientistas. A análise foi projetada para acompanhar tendências de longo prazo causadas pelas atividades humanas. As temperaturas observadas são o produto desta tendência de longo prazo modulada por variações naturais de curto prazo. Considerando 2023 isoladamente, o aquecimento causado pela atividade humana atingiu 1,3 graus, um valor inferior ao aquecimento total desse ano (1,43 graus), indicando que a variabilidade natural do clima, em particular o fenómeno El Niño, também desempenhou um papel nas temperaturas recordes. A análise também mostra que o orçamento de carbono restante (o dióxido de carbono que pode ser emitido antes que o aquecimento global de 1,5°C seja inevitável) é de apenas cerca de 200 gigatoneladas, o equivalente a cerca de cinco anos de emissões nos níveis atuais. O investigador Piers Forster, da Universidade de Leeds e coordenador do grupo, destacou que esta análise mostra que o nível de aquecimento global causado pela ação humana continuou a aumentar ao longo do último ano. E isto ocorre apesar de “a ação climática ter abrandado o aumento das emissões de gases com efeito de estufa”. As emissões de combustíveis fósseis representam cerca de 70% de todas as emissões de gases com efeito de estufa e são “claramente o principal motor das alterações climáticas”, apontou Foster. No entanto, outras fontes de poluição provenientes da produção de cimento, da agricultura e da desflorestação, bem como as reduções no nível de emissões de enxofre, também contribuem para o aquecimento. O relatório também refere sobre os efeitos das reduções, por parte do setor global de transporte de mercadorias, nas emissões de enxofre, que diminuíram desde 2020. O enxofre tem o efeito de arrefecer o clima ao refletir diretamente a luz solar e contribuir para a formação de nuvens mais refletoras, mas este efeito é mitigado pelas atuais reduções em tais emissões. Uma rápida diminuição das emissões de gases com efeito de estufa até atingir o zero servirá para limitar o grau de aquecimento global que será sentido, mas, além disso, sublinhou Foster, “as sociedades precisam de ser mais capazes de resistir à adversidade”. Por LUSA

Marcelo já tem planos para depois da presidência

O presidente dos portugueses quer dedicar-se à biblioteca de Celorico de Basto e à dinamização da cultura no concelho quando deixar de ser presidente do país. O Presidente da República anunciou, em Celorico de Basto, que no final do mandato vai dedicar-se à dinamização da cultura no concelho, em especial à biblioteca municipal, de que é patrono desde 2001. “Estava aqui pensar o que é que ainda podia fazer na minha vida por Celorico, o que me parece justo, porque aqui passei tempos muito felizes da minha vida”, afirmou o chefe do Estado, recordando o tempo que, como presidente da Assem…
Alexandra Ferreira
Alexandra Ferreira

“Palavras que magoam… “

Para resolver uma contenda, de pequena ou média dimensão, usam as pessoas muitas vezes a força física, ou servem-se do pêso das palavras, poucas vezes seguindo o caminho do entendimento, sensato e genuíno. Tal acontece raramente, por cada uma das partes s julgar ter toda a razão do seu lado: mea…
Já vos falei da dona Francelina numa das minhas crónicas. Uma senhora de 80 anos que cuida de muitos animais da serra aqui de São Brás de Alportel. Temos muita serra e, de vez em quando, em consequência de serem lugares ermos, lá aparecem ninhadas indesejadas e cães abandonados. A dona Francel…

Marisa Teixeira, presidente do refúgio Coração100dono, protectora animal em São Brás de Alportel, no Algarve, recebeu uma insígnia de VALOR E ALTRUÍSMO pelo exemplo de solidariedade e de serviço à comunidade. Veja aqui a reportagem exclusiva em vídeo.  
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Ninguém é velho aos cinquenta anos

Envelhecer é natural. Nascemos, crescemos e acabamos por envelhecer. Não bastasse o facto de se ter de lidar com o envelhecimento, quem tem mais de 50 anos têm ainda de enfrentar o preconceito do idadismo. O que é o idadismo? Perguntam. Tal como o etarismo e o ageísmo, o idadismo é considerado…

A importância do microchip no seu animal

A importância do microchip. Este menino da fotografia andava há cinco ou seis dias nas ruas de São Brás de Alportel muito perdido; alguém me identificou numa publicação das redes sociais. Por vezes não reajo nem comento as publicações, mas o trabalho nunca fica por fazer.   Enco…

Gato nada para perder peso

Moses pesa o mesmo que um cão e nada para perder peso. A dona e a veterinária estão orgulhosas do animal. Moses é um gato que pesa o mesmo que um cão da raça Buldogue francês, cerca de dez quilogramas. Com algum exercício – sim, na água – o animal já conseguiu perder algum peso. Tanto a dona com…

MFA na RTP

Em 1974 o MFA controlava a RTP, para que não houvesse controle partidário. As instalações da RTP eram no Lumiar , em Liisboa.  

‘JACK, O BABUÍNO’

Almeida Garret cantou na 1.a quadra do seu afamado poema: “Lá vem a Nau Catrineta Que tem muito que contar! Ouvide agora senhores, Uma história de pasmar”.   Com a devida vénia, passamos a outra ‘história de pasmar’: a de ‘Jack, o Babuíno’. Há seis (6) espécies de babuín…

“O Artificial desafia o Real”

Há já um tempo, admirado com o quase silêncio sobre uma tal “Inteligência Artificial”, cujo lançamento pleno se previa para o ano de 2025, vos alertei aqui, neste espaço, para a prodigiosa revolução que ela traria à vida humana, de bom, espantoso até, e de preocupante, no que diz respeito à adapt…

Ficamos sobrelotados com tantas ninhadas abandonadas

Os abandonos não páram e, chegando às portas do Verão, mais uns tantos desgraçados deixados à sua sorte por todo o lado. Não há humanidade no coração de pessoas que abandonam os seus animais criando ainda mais desespero nos amigos e protetores de animais e nos refúgios que perdem a sua capacidade…

“Bem Bom”

Em Março de 1982 – as DOCE , conseguem o primeiro lugar no Festival RTP da Canção com “Bem Bom”. Em 1983, colaborava eu no Off Side magazine , (semanário desportivo dirigido por Alexandre Pais) e convencemos as Doce, a vestirem cada qual , a camisola do clube das suas simpatias. O ponto de…

Villas-Boas quer família protegida

Para proteger a família, André Villas-Boas toma decisão importante O novo presidente do FC Porto passou a ter o seu lado pessoal ainda mais privado. André Villas-Boas decidiu desativar a sua conta oficial de Instagram, na qual sempre publicou registos da família. A página, que o Fama ao Min…

O Rei futebol

Quem, na nevoenta Grã-Bretanha, um dia decidiu inventar um jogo entre equipas, que incluía corrida, e a condução duma bola de couro, chutando-a ou cabeceando-a, num campo retangular devidamente marcado, com a intenção de a introduzir numa das duas balizas dos seus extremos, devidamente  defendida…

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“Não somos nada…”

Há dois meses que nos deixou. E deixei eu correr o tempo, e é no silêncio que sempre se segue, que o volto a lembrar agora, na vã tentativa de que o não esqueçam: falo de  Eugénio de Almeida Lisboa. Engenheiro de profisão, homem de letras por natureza, foi um ilustre ensaísta e um temido […]

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“Não somos nada…”

Há dois meses que nos deixou. E deixei eu correr o tempo, e é no silêncio que sempre se segue, que o volto a lembrar agora, na vã tentativa de que o não esqueçam: falo de  Eugénio de Almeida Lisboa. Engenheiro de profisão, homem de letras por natureza, foi um ilustre ensaísta e um temido adversário quando o tema a discutir era a Literatura ou os seus autores. Tinha 93 anos, e nascera na então Lourenço Marques, hoje Maputo, no seio duma família de trabalho, que vivia numa das pontas da cidade, no bairro do Alto-Mahé, onde gente simples tinha morada. Na família eram três irmãos, todo…

A MENINA QUE NUNCA TINHA VISTO O MAR…! MAFÓMEDES / 1988

Foi em Maio de 1988, que a nossa reportagem (“C.M.)”se deslocou a Mafómedes, aldeia perdida na serra do Marão e onde as pessoas viviam da pastorícia (cabras). Foi lá que fiz esta foto. Infelizmente não me recordo do seu nome , mas lembro-me da sua doçura de criança feliz e inocente . A sua boneca era aquela cabrinha que tinha junto de si. Lembro-me de nos contar que nunca tinha visto o mar. Aliás nem sabia o que era um barco à vela. De Mafómedes atá ao mar são cerca de 80 km , em linha recta mas, infelizmente nunca ninguém a tinha levado a ver.Acredito que hoje, volvidos 35 anos esta…

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Chegada de emigrantes a Lisboa

Chegada de EMIGRANTES a Lisboa, Santa Apólónia, para virem passar o Natal com a família . (Dez 1978). Os anos 60 e início dos anos 70 são caracterizados por uma forte emigração portuguesa para a Europa, não só para trabalhar, mas, também, para fugir à guerra colonial. Entre 1958 e 1974, cer…

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