A segurança energética de Portugal tem assentado, ao longo das últimas décadas, numa combinação entre reservas estratégicas de petróleo, capacidade de refinação instalada no País e acesso a mercados internacionais de crude. No quadro europeu, Portugal integra o sistema de reservas obrigatórias definido pela Agência Internacional de Energia (AIE) e pela legislação da União Europeia, o que implica manter stocks equivalentes a, pelo menos, 90 dias de importações líquidas de petróleo.
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